Hoje fomos a uma festa infantil de um amigo da escola da Alice. Nenhum de nós estava com muita vontade de ir, com exceção da Alice, claro.
Estávamos com um pouco de preguiça de ter que socializar por pelo menos 3 horas com os pais dos amigos da escola, que não conhecemos direito, não são nossos amigos, e com quem nossa maior identificação é ter os filhos na mesma turminha da escola. Esse tipo de socialização é um pouco estranha, você nunca sabe muito bem o que vai encontrar.
Concordo que ter os filhos na mesma escola poderia gerar uma grande identificação entre os pais, já que a escola é algo tão importante na vida de uma família, mas isso nem sempre é verdade.
O fato de a "minha mãe preferida" não ter sido convidada também não estava ajudando.
Fomos.
A festa foi mesmo um pouco estranha do ponto de vista das "atividades", mas acabou que perdemos totalmente a noção do tempo conversando com os pais dos amigos da escola, e fomos quase os últimos a sair.
É impressionante como nós realmente precisamos de convívio social.
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domingo, outubro 21, 2012
quarta-feira, maio 06, 2009
Você lê poesia? Não.
Então, depois de a Sol decifrar o enigma involuntário, vou explicar o post anterior. A idéia era tê-lo completado antes, mas não foi possível.
Vinha eu, saindo da UERJ, quando 'topei' com um desses moços-você-lê-poesia. E ele então, na mais pura expressão de sua raça, me estendeu algum papel e perguntou:
- Você lê poesia?
Eu, como uma moça bem educada, quando vi um moço-não-identificado me estendendo um papel, comecei a dar a resposta que sempre dou a estes, sempre andando sem parar:
- Não, obrigada.
Só que no meio da minha resposta eu percebi que ele tinha me perguntado uma coisa, e que a minha resposta ao gesto dele não combinava com a pergunta dele. Então parei no meio da minha resposta. Então o diálogo soou assim:
- Você lê poesia?
- Não.
Ficou tão esquisito, que um outro moço-aluno que vinha atrás de mim esboçou alguma reação à cena, e eu olhei pra trás, porque tinha percebido que tinha ficado nuito estranho. Ele riu da situação toda, comentou algo do tipo 'nossa', eu ri, ele disse que 'essa doeu no coração', e eu prometi a ele que lia poesia. Fim.
Vinha eu, saindo da UERJ, quando 'topei' com um desses moços-você-lê-poesia. E ele então, na mais pura expressão de sua raça, me estendeu algum papel e perguntou:
- Você lê poesia?
Eu, como uma moça bem educada, quando vi um moço-não-identificado me estendendo um papel, comecei a dar a resposta que sempre dou a estes, sempre andando sem parar:
- Não, obrigada.
Só que no meio da minha resposta eu percebi que ele tinha me perguntado uma coisa, e que a minha resposta ao gesto dele não combinava com a pergunta dele. Então parei no meio da minha resposta. Então o diálogo soou assim:
- Você lê poesia?
- Não.
Ficou tão esquisito, que um outro moço-aluno que vinha atrás de mim esboçou alguma reação à cena, e eu olhei pra trás, porque tinha percebido que tinha ficado nuito estranho. Ele riu da situação toda, comentou algo do tipo 'nossa', eu ri, ele disse que 'essa doeu no coração', e eu prometi a ele que lia poesia. Fim.
quinta-feira, abril 09, 2009
Terceiro Choque de Realidade
Meu terceiro choque de realidade na UERJ se deu quando duas meninas da minha turma que me viram chegando na sala de aula me perguntaram se eu era a professora.
Aí eu fui lá e comprei uma mochila.
Pra dar uma compensada.
Aí eu fui lá e comprei uma mochila.
Pra dar uma compensada.
terça-feira, março 31, 2009
Ponto alto
O ponto alto do meu primeiro dia na UERJ foi quando um professor disse que em 1985 ele organizou a 1ª Feira de Poesia da UERJ, seja lá o que isso for, e o comentário dele seguiu assim:
"Nenhum de vocês era nascido..."
Esse foi o primeiro choque de realidade.
E depois o segundo choque de realidade. Após esta aula encontrei companheiros UERJianos do curso de Italiano, contei a anedota, pois estávamos falando de idades, e um deles tinha, efetivamente, nascido, não só depois, mas muito depois de 1985, em 1989.
E uma foto pro post ficar mais bonito.
"Nenhum de vocês era nascido..."
Esse foi o primeiro choque de realidade.
E depois o segundo choque de realidade. Após esta aula encontrei companheiros UERJianos do curso de Italiano, contei a anedota, pois estávamos falando de idades, e um deles tinha, efetivamente, nascido, não só depois, mas muito depois de 1985, em 1989.
E uma foto pro post ficar mais bonito.
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